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quarta-feira, 1 de abril de 2009

::.. Mais um Rascunho em Verso




De Tarde (Andréa Vaz)


Passei a tarde a pensar
E na imensidão dos meus sentidos
Busquei outros tantos sentidos para a vida
Vida que pulsa a cada respirar...
E no faz e refaz de meus pensamentos
Uni o belo e o feio,
Trazendo ao presente novas sensações...
Um misto de poesia em minhas emoções.
E assim fiquei quieto, calado.
Ouvindo apenas o som da tarde de inverno...
Gravando e regravando algumas figuras
Que ficaram perdidas no silêncio eterno.
Por isso que me pus a escrever
Pelo simples valor de reviver...
Momentos importantes e infindos.
Brincando com minha encantada memória.
Pintando cada situação com gesto de magia.
Celebrando tristes lembranças
Ao sabor mais suave que o vinho,
Despertando em mim a razão de não estar sozinho.

15 comentários:

30 e poucos anos. 1 de abril de 2009 10:39  

Vida que nos traz momentos inesquecíveis e inexplicáveis.

Mafia171 1 de abril de 2009 20:24  

otimo poema parabens

Dário Souza 1 de abril de 2009 21:08  

Muito bonito, adoto poemas assim, fazem a gente viajar .

Eu amo a E.Y. 2 de abril de 2009 01:37  

Muito bonito, Andrea! e esses queijos e vinhos, confesso, me deixaram com fome.

Beijos

http://eu-amo-a-ey.blogspot.com/

JuHits 2 de abril de 2009 09:04  

Nossa, que texto lindo.

Adorei mesmo. Parabéns!

Compondo o olhar ... 3 de abril de 2009 10:06  

parabéns!!! lindo poema, continue assim. seus textos/poemas são maravilhosos... cheios de ternura, criatividade e principalmente sentimentos.

bjocas

Paula 3 de abril de 2009 20:59  

Queijos e vinhos, como eu amo!
Está rolando um projeto bacana lá no Canetas Coloridas. Dê uma passadinha lá e, se gostar, participe!
Bjos,
Paulinha

Anônimo 5 de abril de 2009 19:59  

é amiga as vezes o saudosismo toma conta da gente são lembranças não tão boas, mas outras boas demais para serem relembradas.bj


http://messnatural.blogspot.com/

blog 6 de abril de 2009 09:29  

Há um jogo de contrastes - "celebrando tristes lembranças", "uni o belo e o feio" - que remetem o texto a um neobarroquismo bem-vindo. Poucos ainda se arriscam nisso. E a metalinguagem, hem??! Sempre presente nos poemas atuais.
Vale ler.

Bianca 7 de abril de 2009 15:59  

Nada melhor como relembrar velhas lembranças, (o que achei feio um dia,hoje acho lindo, o que não gostava ontem, hoje eu amo...). Recordando numa tarde,provavelmente de inverno(vinho&queijo),reciclando o interior...

Belo poema!

Caroline 8 de abril de 2009 09:54  

é amiga as vezes o saudosismo toma conta da gente são lembranças não tão boas, mas outras boas demais para serem relembradas.bj


http://messnatural.blogspot.com/

kacau

Yussef 10 de abril de 2009 14:25  

Vinho... ah...o vinho...
Sempre tingindo nossos momentos com as cores da emoção.

Abraços

Mírian Mondon 10 de abril de 2009 17:01  

Olá Andrea,
Obrigada por acompanhar Com a Eternidade no Coraçao!
Gostei muito do seu blog e tambem já estou te acompanhando, voltarei mais vezes com certeza!

Abraços

Kacau & Lira 10 de abril de 2009 19:39  

Olá!
Tem um presentinho pra vc lá no meu blog.

http://messnatural.blogspot.com/

MARCOS LEITE(POETA D'ALMA) 10 de abril de 2009 22:46  

Oi,vim avisar que eu mudei meu endereço do blog POETA MARCOS LEITE
Espero que continue visitando, e que se você estiver-me likado,troque o endereço,viu?
Por favor!

O novo é http://marcosleitte.blogspot.com

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"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos." (Fernando Pessoa)